27 fevereiro 2008

[Garfield]

Garfield

25 fevereiro 2008

[Entidade Reguladora ou Tacho?]


Era uma vez um senhor chamado Vasconcelos...* A história podia começar assim, como qualquer história de encantar crianças, se é que às crianças de hoje ainda se contam histórias de encantamento e final feliz. Mas era uma vez um senhor chamado Jorge Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve. Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores.

Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios. Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.

Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?». E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!». E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos». Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.

Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.
Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, abusivo e desavergonhado abocanhar do horário público.

Mas voltemos à nossa história. O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo.
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. E pergunta você, que não é trouxa: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?».

Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço. Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras ,só falta mesmo um Carrasco capaz de os enforcar.

Já agora façam lá o favorzinho de divulgar esta mensagem para os vossos amigos, pelo menos sempre se fica a saber de coisas importantes que retiram toda a credebilidade a esta cambada de MALANDROS deste País que de País só começa a figurar o nome.

22 fevereiro 2008

[Mistério]

Ainda gostava de saber como é que estes tipos vão tiraram dali a carrinha.
Depois dizem que se gasta muito dinheiro em obras, pois é, com uns inteligentes destes.

[Nome Português]

Ainda achamos esquisitos alguns nomes brasileiros.


20 fevereiro 2008

[Garfield]

Garfield

19 fevereiro 2008

14 fevereiro 2008

[Políticos]

13 fevereiro 2008

[Garfield]

Garfield

12 fevereiro 2008

[Pintor Excepcional]

Um pintor que leva, em média, 10 minutos a pintar um quadro, pode ser considerado recorde?
Ora pois, o senhor artista, que prefere ser tratado por "Pricasso", faz mais que isso!
Tim Patch pinta os seus quadros em 10 minutos, mas com o seu próprio pénis!!!
Na Feira do Sexo em Johannesburg, na África do Sul, Tim Patch encantou (vá lá..) muitas pessoas lá presentes com a forma como... bem... manobrava a coisa!
Usou o seu "pénis-pincel" para pintar, em tinta acrílica.

05 fevereiro 2008

[Vizinhos!]

Um cidadão de Utah, Mark Easton, reclamou junto da câmara que a casa que o seu vizinho tinha construído à frente da dele era 50 cm mais alta do que a norma permitia e que, por isso, tapava a vista para umas belas montanhas.A câmara ordenou que o vizinho que corrigisse a construção, baixando em 50 cm a altura da casa.Alguns meses depois a câmara recebeu outra queixa de Mark Easton dizendo que o vizinho, ao reconstruir a casa, tinha feito umas janelas novas que ele realmente não apreciava.A câmara mandou investigar...




01 fevereiro 2008

[Poeta Aleixo]